segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Esmalte Verde Escuro Love Color


Olá pessoas da internet, tudo bem com vocês? Por aqui tudo bem. Ontem uns amigos vieram aqui em casa e não pude fazer nada do blog, ou melhor, nada na internet, fica chato né, teus amigos ali e tu não sai do celular hahaha Então acabou que muita coisa atrasou e por isso o post de hoje está saindo tão tarde. Então, já resenhei essa marca aqui no blog, ele me custou R$ 2,25 numa lojinha tipo R$ 1,99 e ele é bem pequenino. Dá pra ver na embalagem que só tem 6,5 ml. É uma graça^^ Este é meu primeiro esmalte verde e quando comprei não sabia muito como lidar, mas adorei usar verde hahaha Temos que ir nos aventurando nas cores aos poucos, por isso comprei escuro.

Na embalagem diz que a secagem é rápido - e realmente é - e que tem muito brilho, o brilho faltou kkkk Não é daqueles brilhoso não. Conforme vai passando ele vai ficando meio fosco sabe?! Vocês vão ver nas fotos! Gostei muito do aplicador dele, por ser menor, consegui uma precisão maior e me sujei menos hahaha O ruim é que ele tem pouco pigmento, passei três camadas e mesmo assim não cobriu. Ele deve ser bom pra fazer misturas. 




Viram como ficou bem diferente da cor do vidrinho? Agora a durabilidade foi ok. Nada de mais se for pensar no preço dele. Descascou um bocado mas principalmente na raiz das unhas, nas pontas nem tanto! Dá uma olhada:


Deu pra ver direitinho pelas fotos como ficou opaco com o passar dos dias. E vocês? Já conheciam essa marca? Até a próxima o/

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domingo, 26 de fevereiro de 2017

Livro A Peste


Nome: A Peste
Autor: Albert Camus
Editora: Delta
Edição/Ano: -- / 1969
Páginas: 290
R$: biblioteca da cidade
Skoob: www
Nota: 😻😻😻
Sinopse:
Romance que destaca a mudança na vida da cidade de Orã depois que ela é atingida por uma terrível peste, transmitida por ratos, que dizima sua população. Narrado pelo ponto de vista de um médico envolvido nos esforços para contes a doença, o texto de Albert Camus ressalta a solidariedade, a solidão, a morte e outros temas que auxiliam na compreensão dos dilemas do homem moderno.
Olá pessoas da internet, tudo bem com vocês? Eu to lendo em câmera lenta, não sei se vou conseguir cumprir com os cinco livros desse mês de fevereiro, mas pelo menos este eu conseguir fazer a resenha no dia seguinte que terminei de ler. Encaixei A Peste apenas no Bingo Literário na categoria Drama. A estória começa com o médico Bernarno Rieux começando seu dia de trabalho e encontrando alguns ratos mortos pela cidade. A quantidade de ratos que vem a superfície para morrer aumenta a cada dia e assim como começou, parou. Logo depois as pessoas começam a ter sintomas de uma doença a muito conhecida que se acreditava "extinta", a Peste Bubônica. 

"A imprensa, tagarela no tempo dos ratos, agora se calava. Os ratos morrem em público; os homens, em casa - e os jornais só se ocupam da rua. A prefeitura e a câmara enfim despertaram. No princípio cada médico tinha conhecimento de dois ou três casos - e ninguém se mexia. Mas foi preciso fazer a soma, alarmante. Em poucos dias os casos mortais se multiplicaram, era evidente que se tratava de verdadeira epidemia."



O livro traz algumas histórias pessoais mas o que achei mais interessante foi ver como a cidade como um todo se comporta numa situação dessas. Como no trecho acima destacou, os jornais davam enfase no começo apenas aos ratos e toda a população também. Até mesmo no auge da epidemia, frequentavam  cinemas e teatros. Foi implantado toque de recolher, as entradas da cidade foram fechadas. Mesmo estrangeiros tem de ficar até a doença ir embora, sabe-se lá quando será isso. Correspondências foram suspensas até segunda ordem por receio de contaminar outras cidades.

Com o passar dos meses, foi criado um jornal apenas com notícias relacionadas a peste, incluindo numero de mortos por dia e novas medidas vindas das autoridades. A ajuda com mantimentos e material hospitalar chegava por céu e tudo ia se acabando. Os cafés e bares aumentavam os preços das bebidas alcoolicas. Para economizar combustível e luz elétrica, carros não eram mais permitidos e a noite as luzes de residencias eram apagadas e na rua os postes estavam com metade da luz habitual. Aos poucos as pessoas foram se acostumando com a peste e não se impressionavam mais com os números dos mortos, com os centros de quarentena super lotados e com o passar das ambulâncias indo buscar algum vizinho infectado.




"Restava-nos o telégrafo, apenas. Criaturas unidas pela inteligência, pelo coração e pela carne ficaram assim, reduzidas a alimentar essa união com as maiúsculas de mensagens de dez palavras. E, como rapidamente se esgotam as fórmulas usadas num telegrama, as longas vidas em comum, as paixões dolorosas, encerravam-se na troca de chavões: 'Estou bem, penso em ti, saudades.'"

Peguei este livro na biblioteca da cidade e só tinha esta edição, que é bem antiga. É uma edição especial dos ganhadores do prêmio Nobel de Literatura, e como Albert Camus foi o ganhador do prêmio do ano de 1957, sua obra foi pra essa coleção. Nesta edição, além da obra completa de A Peste, tem uma "breve" história do prêmio do ano de 57, o discurso de Recepção ao prêmio e mais vida e obra do autor. Como é antigo, não passou pelas ultimas atualizações da nossa língua e isso o tornou bem complicada a leitura: acentos e palavras extintas. É uma versão ilustrada da obra, e as ilustrações são muito lindas, feitas pelo Phellippe Fellmer.  Confere uma delas:



Eu adoro edições de capa dura mais antigas, tem detalhes que hoje se perderam. Olha que linda essa capa!


E vocês, já leram algum livro com epidemias? Esse foi meu segundo. O primeiro foi The Walking Dead. Já conheciam essa obra? Me contem nos comentários! Até a próxima o/

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Filme Warcraft


Olá pessoas da internet, tudo bem com vocês? Desde ano passado que quero trazer esse post e sempre adio, e agora chegou a vez dele. Bem no comecinho do blog, fiz um post mostrando a make que usei pra assistir o Warcraft, inspirada na raça que eu acho mais legal no jogo, os Draeneis. Ele ficou bem ruizinho e to pensando em refazer esse post, acho que ele merece! Antes de falar mais do filme, quero acrescentar que assim como no Star Wars - Rogue One, hoje trago a opinião de alguém muito especial. Meu marido joga Warcraft a mais de 10 anos e ninguém melhor do que ele pra falar do filme não é mesmo?

Sinopse: 
A região de Azeroth sempre viveu em paz, até a chegada dos guerreiros Orc. Com a abertura de um portal, eles puderam chegar à nova Terra com a intenção de destruir o povo inimigo. Cada lado da batalha possui um grande herói, e os dois travam uma disputa pessoal, colocando em risco seu povo, sua família e todas as pessoas que amam.
O filme Warcraft - O Primeiro Encontro de Dois Mundos teve lançamento no Brasil dia 2 de julho de 2016 e fomos ver na estréia obviamente. Vimos em 3D e me decepcionei, não com o filme, mas com o cinema. O 3D deles é muito ruim. Será que é assim em toda cidade pequena? A estória fala do primeiro contato dos Orcs com os humanos em Azeroth. O que mais me chamou atenção nisso foi como "humanizaram" os Orcs. NO jogo, a impressão que passa as vezes é que são uns brutamontes sem coração. E por falar em coração e sentimentos, o ator que interpretou o Orc Durotan (Toby Kebbel) é muito expressivo! Todos os atores interpretaram muito bem. Temos o nosso eterno Ragnar Lothbrok (Travis Fimmel) como um guerreiro humano e to começando a perceber que ele cria uma persona para interpretar. Vi muito do Ragnar ali. Ele é meio Johnny Depp eu acho, que tudo fica meio igual.



A Blizzard não deixou por menos e avacalhou na qualidade das animações (avacalhou no bom sentido, que foi muito bom). Os cenários, magias, tudo ficou perfeito Os atores de personagens não humanos usaram aquelas roupas de surfistas e câmeras no rosto. O resto foi feito em animação e "enganou" direitinho. A luz que sempre fica diferente do resto, ficou quase perfeita em Warcraft.

Eu como estou "de fora" do universo Warcraft gostei muito do filme, não é cheio de informações e não embanana a cabeça dos curiosos que não sabem nada dos jogos. Confesso que sei bastante da história por causa do marido, mas não sou jogadora. Muitos filmes nesse estilo de "como tudo começou" trazem muita informação e quem não sabe nada fica perdido.

Agora com a palavra, quem entende de Warcraft: 
"Questão de ambiente, perfeito, tu realmente enxerga o Warcraft ali, as torres, as construções, a própria torre de Karazhan, a livraria, tudo é muito Warcraft. Tudo isso me deixa contente, pra alguém que joga a mais de 10 anos, Reconheço o jogo ali.
A história é do Warcraft 1, é o início da campanha do jogo. Eles modificaram e no cinema eu fiquei "como assim?". A Garona foi o personagem que mais mexeram, fizeram de um jeito pra que no filme tudo aconteça mais pro final. O filme se fecha Mas tudo o que aconteceu na estória original teve no filme. Isso ficou legal por que enquanto tava no cinema eu fiquei pensando "porra, como eles vão resolver, não vai se encaixar!" e no final fizeram encaixar. Entendo que pra fazer filme tem que ter uma outra dinâmica. Como resolveram o problema que criaram, tudo bem.
Não envolveram a noção de classes e isso me deixou um pouco triste, ali tem os soldados e magos, não se fala em arqueiros... coloca um cara lá no fundo, só na batalha, que poderia ter durado mais. Podiam ter mostrado mais Stormwind, podiam ter mostrado o distrito dos anões... não mostrou gnomo. (nesse momento ele fez cara triste, por que ele é um gnomo no jogo hahaha)
Gostei muito, quero mais e queria estar lá matando Orda!!!"



Pena que não achei imagens do filme em qualidade boa. As boas são só as mega editadas. Ai não tem muita graça! Me digam o que acharam do filme, se já viram, vão ver... Essas coisas. Até a próxima o/

Imagens: 01, 02, 03, 04, 05



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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Batons Color Trem Coco e Açaí


Olá pessoas da internet, tudo belezinha com vocês? Comigo tudo bem. Chegamos no carnaval e pra mim continua tudo igual (até rimou hahaha), todo dia é feriado! Mas enfim, hoje trago duas resenhas de batom, ambos da marca ColorTrend da Avon. Um é bem antiguinho, o Coco e o outro é um dos últimos lançamentos, Açaí. Confesso a vocês que esqueci de fazer um comparativo no braço, mas da próxima vai!



Esta é a cor açaí, um vermelho bem escuro com um pouco de marrom no fundo. É bem cremoso e tem uma boa cobertura! Ele custa R$ 11,99 mas pode ser encontrado por R$ 6,99. Fiquei cinco horas com ele, jantei e achei a durabilidade "ok" para o preço. Confere:





Essa cor, a coco, eu tenho a bastante tempo, acho que foi um dos primeiros batons que comprei sendo revendedora (fui com minha mãe por um tempo, hoje ela tá sozinha nessa). Nessa época eu basicamente só usava marrom haha Ele tem um certo problema na cobertura, pelo menos em mim, não cobre bem o beiço. O preço dele é R$ 11,99 também, e sempre tem promoções. Ele faz parte da linha Pop Love, onde todos os batons tem cheirinho diferenciado. 

Apesar dele ser extra cremoso e não pigmentar muito, ele foi o que mais durou. oito horas, um lanche e uma janta e ainda tinha batom ali. Quase nada, mas tinha! Confere:



Essa foi nossa resenha de batom de hoje. To pensando em trazer as resenhas de make em dois, o que acham? E vocês, quais batons dessa marca baratinha que vocês gostam? Me contem nos comentários! Até a próxima o/

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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Livro O Natal de Poirot



Nome: O Natal de Poirot
Autora: Agatha Christie
Editora: Nova Fronteira
Edição/Ano: -- / 2009
Páginas: 224
R$: biblioteca da cidade
Skoob: www
Nota: 😻😻😻😻
Sinopse:
Véspera de Natal. A reunião da família Lee é arruinada pelo barulho ensurdecedor de móveis sendo destroçados, seguido de um grito agudo e sofrido. No andar de cima, o tirano Simeon Lee está morto, numa poça de sangue com a garganta degolada.
Mas quando Hercole Poirot, que está no vilarejo para passar o Natal com um amigo, se oferece para ajudar, depara-se com uma atmosfera não de luto, mas de suspeitas mútuas. Parece que todos tinham suas próprias razões para detestar o velho...
Olá pessoas da internet, tudo bem com vocês? Lembram que eu disse que estou resolvendo o problema das resenhas atrasadas? Pois é, esta é a primeira do mês de fevereiro. Ele se encontra das categorias de Romance Policial do Bingo e Festa do Café com Blog. Confesso que li poucos romances policiais, mas nenhum autor leva a trama tão bem quando a Agatha, ela foi minha primeira opção para categoria do Bingo e como se passa no Natal... foi para a Café com Blog.

O livro começa com dois personagens numa trem, indo passar o natal na casa dos Lee em Londres, a unica neta e o filho de um antigo amigo. O patriarca da família Lee (Simeon) está muito doente e resolve ter a casa cheia com os filhos neste natal. Só que o velho é bem sem-vergonha e muito zoeiro. Chamou todo mundo só pra ver o circo pegar fogo. Como em qualquer família, alguns parentes não se dão, sempre tem o que só pensa em dinheiro, e por ai vai. Ele provoca até não poder mais, o que não imaginava é que estava cavando a própria morte! Na véspera do natal, ele é assassinado! Todos estão em casa, menos seu enfermeiro pessoal.


Por sorte (ou azar pro assassino) Poirot estava na casa do chefe do detetive encarregado da investigação do crime. Como bom detetive, ele se oferece a ajudar,e é claro, todos aceitam. Durante a investigação um dos filhos do morte pede que ele assuma o caso como detetive particular da família. Assim sendo, tem mais liberdades com os investigados e com a casa. Participa dos interrogatórios e presta atenção em tudo e em todos, principalmente em coisas que mais ninguém dá atenção.

Como de costume, nos ultimos capítulos, Poirot reúne todos os parentes do velho Lee e envolvidos no caso e conta como encontrou o assassino e quais os motivos do crime. Sim, ele adora revelar como as pistas o levaram a tal conclusão, e sempre certo! Resolve mais um caso e Agatha nos deixa presos do início ao fim da estória. Durante todo o livro eu passava a culpa de um personagem a outro. Ela tem esse "dom" de revelar o culpado só nas ultimas páginas e tu fica "como assim, foi ele?". Ela faz com que todos os personagens queiram matar, ou estão que tenham sérios motivos pra isso.


É uma leitura rápida e prazerosa, tu nem percebe que leu umas 20 páginas numa sentada hahaha A unica coisa que me incomodou foi a quantidade de personagens. Entre filhos e noras, empregados e policiais, são 16 ao todo! Para um livro que o único cenário é uma casa, fica meio confuso hahah Essa foi a resenha de hoje! E vocês, já leram Agatha? Eu adoro! Até a próxima o/

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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Esmalte Lissa Preto


Olá pessoas da internet, tudo bem com vocês? Fazia muito, mas muito tempo que não usava esmalte preto e finalmente a vez dele chegou hahaha Já fiz comparação dele aqui no blog e vou deixar o link lá no final. Comprei ano passado e me custou uns R$ 3,00. Vou confessar que tô louca pra comprar nos atacado da vida de novo. Emprego, vem nimim pra eu poder comprar coisas!!! Esse esmalte me surpreendeu na pigmentação dele, com duas camadas foi o suficiente pra mim. Alguém com habilidades ficaria bom apenas com uma camada. A aplicação é muito boa, o pincel é firme e te deixa ter uma precisão melhor. Como da pra ver nas fotos ele não tem muito brilho, apesar de na embalagem dizer que é "extra brilho".




O que ele me decepcionou foi a durabilidade. Fiquei por volta de duas horas parada depois de pintar, fui tomar banho e ele descascou nas pontas... Só com o banho!!! O resto dos dias foi tranquilo, descascou o normal, mas no primeiro dia já tava todo cagado =/ Confere como foi:



Notaram como ele vai perdendo a brilho que tem com os dias? Eu não me importo com brilho, mas acho que a maioria das pessoas preferem esmaltes brilhosos. Essa foi a resenha da semana e espero que tenham gostam. A comparação dele com um preto da Avon. Até a próxima o/

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sábado, 18 de fevereiro de 2017

Livro A Fera em Mim


Autor: Serena Valentino
Editora: Universo dos Livros
Edição/Ano: -- / 2016
Páginas: 240
R$: uns R$ 20,00
Skoob: www
Nota: 😻😻😻
Sinopse: 
Conheça como tudo começou... Não importa qual versão da história você conhece, as perguntas que ficam são: como o príncipe se transformou da famosa Fera? Como ele conseguiu conquistar o frágil e inocente coração de uma das personagens mais amadas de todos os tempos? Pode o amor transformar alguém tão profundamente? A verdade é que as coisas nem sempre são como parecem.
Olá pessoas da internet, tudo bem com vocês? Infelizmente estou super atrasada com as resenas de livros, mas pretendo melhorar isso até mês que vem. Este livro consegui encaixar nas categorias de Infância do Bingo Literário - assisti a todos os filmes da Disney quando criança (quem não?) -; Comprei em Promoção do TMLV; e Recomeço do Café com Blog - esta série da Serena Valentino conta os contos de fadas através do vilão e modifica o final, então pra mim não deixa de ser um recomeço. Assim como em A Mais Bela de Todas. a estória nos deixa a par de como era a vida do Príncipe antes de conhecer a Bela. Nele ficamos sabendo como foi toda a sua transformação e o por que da Rosa.

"Certa vez, quando ele ainda era - pelo menos ele pensava! - humano, passava a maior parte de seu tempo fora de casa, caçando feras selvagens nas florestas pro prazer e esporte. Mas quando ele mesmo se tornou algo a ser caçado, recolheu-se naqueles primeiros anos, nunca saindo da Ala Oeste, muito menos do castelo."



Passamos por sua infância e adolescência. Durante a narrativa, a autora sempre enfatiza a personalidade maldosa do Príncipe, o quanto ele é arrogante, grosseiro... de certa forma, malvado mesmo. Mas não consegui ver isso nele, falta informações pra isso. Por isso dei só três gatos ao livro; As pessoas ao seu redor são tratadas conforme um príncipe do século 19 as trataria, não vi nada de mais nisso. Acho que faltou a autora se transportar para a época do conto e moldar melhor a personalidade do personagem. Ele é como um príncipe qualquer, faz caçadas, não se mistura com seus súditos e não pode asar com uma moça sem realezas no sangue. Claro que justamente por ser assim, ele recebe o feitiço mais conhecido dos contos de fadas. Virar uma Fera! Só voltando a ser humano, caso conseguisse o beijo do amor verdadeiro.

No começo de sua transformação, nos primeiros meses, ele tentou, ficou noivo de uma princesa de outro reino, mas por seu temperamento agressivo, a pobre princesa não conseguiu amar o Príncipe. Chegando neste ponto da estória, percebi que pela a autora, todos os contos de fadas se ligam, as bruxas se conhecem, objetos mágicos que são de outro conto estão neste! Ele ficou muito mais interessante pra mim!!!

"Uma época na qual o príncipe era apenas um jovem arrogante, cheio de orgulho e pouco consciente de seu lugar no mundo. Que jovem príncipe não passara exatamente por essa situação? Como você acha que são os outros príncipes? São apenas homens encantadores aventurando-se para lá e para cá à procura de noivas dorminhocas para acordar com o beijo do amor verdadeiro? Você os admira como cavalheiros almofadinhas enquanto eles lutam contra dragões e derrotam madrastas assassinas? Talvez façam esse tipo de coisa sem um pingo de orgulho ou agressão? Em um instante estão abrindo caminho em meio a espinhos encantados assassinos só para achar o dragão cuspidor de fogo pronto para matar alguém, e no outro instante é esperado que eles dancem valsa com suas noivas em ternos de tons pastel e cintos dourados.
E o que têm a ver esses cintos, então? Horríveis!"



Outra coisa que pra mim merece uma atenção é os devaneios da Princesa Tulipa. Ela é uma moça típica do seu tempo, sem muita personalidade - e por isso mesmo que o Príncipe a escolheu como noiva para quebrar o feitiço -, mas o que ninguém sabe é o que se passa em seus pensamentos:

"(...)Ela imaginou seus futuros filhos brincando ali um dia, rindo e fazendo um jogo com os animais do labirinto. Que lugar adorável para crianças. Parou de sonhar acordada e seguiu as pétalas de rosa, passando por muitos animais bizarros, alguns que ela nem conhecia. Frequentemente se sentia inferior por ter nascido mulher, sem ter tutores como seu irmão tinha ou a liberdade para explorar o mundo. As mulheres conheciam o mundo através de seus pais, seus irmãos e, se tiverem sorte, seus maridos. Não parecia justo.
Ela foi feita para ser mulher - sabia como costurar, cantas, pintar aquarela e até tocar piano razoavelmente bem -, mas não conseguia falar o nome de todos os animais no que logo seria seu labirinto de cerca viva. Ela se sentia estúpida na maior parte do tempo e esperava que os outros não a vissem dessa forma, porém temia que acontecesse com frequência." 
Ele foi muito fácil de ler, super rapidinho. Li em dois dias acho. O que acharam da resenha de hoje? Já leram este? Me contem nos comentários! Gosta de contos de fadas? Tenho alguns posts sobre: resenha do A Mais Bela de Todas e a Psicanálise dos Contos de Fadas.

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Entrevista com a Autora Renata Borges




Olá pessoas da internet, tudo bem com vocês? O ano de 2017 começou bem para o blog. Fechei acordo com minha primeira autora parceira. Não disse pra ela por que fiquei com vergonha e me sinto muito idiota por isso, mas fiquei pulando de alegria, bem retardada mesmo, depois fiquei bem orgulhosa hahaha O ruim é que agora ela vai saber huahahau Sei que vai entender, é um amor de pessoa!

Seu nome é Renata Borges e também tem um blogm o Retipatia. Ela faz muita resenha literária e também disponibiliza seus livros/contos lá e no Wattpad. Gosto muito do blog e por isso está nos meus "recomendados" a um tempo. Pra gente se conhecer melhor, e vocês também conhecerem ela, fiz algumas perguntinhas. Leiam com amor e carinho!

1 - Faça uma breve apresentação. Conte o que gosta de fazer, livros/autores, filmes preferidos.
Sou a Renata, mas pode chamar de Rê. Escrever é como sinônimo de viver e, é uma das minhas coisas favoritas de se fazer (dormir e comer também encabeçam a lista! ehehe).
Também amo ler e ouvir música (inclusive simultaneamente) e, uma máxima serve para ambos: não tenho muitos favoritos, gosto de obras específicas e de músicas específicas e também não tenho um gênero muito favorito. Sou movida a música, gosto de ouvir até quando escrevo, para dormir, etc, etc...
De leituras, apesar de o maior volume de leituras ser fantasia e romance não diria que são, necessariamente, os favoritos. Acho que, em parte, é porque são os gêneros que mais escrevo, com uma boa pitada de drama, devo dizer.
Sou cinéfila assumida, e gosto desde blockbusters até clássicos, quase todos os tipos mesmo e, uma das paixões cinematográficas (e também literária) é O Senhor dos Anéis.

2 - Qual(is) livro(s) ou autor(es) te fez gostar de ler?
Eu engatei mesmo como uma leitora ávida e mais assídua quando li a quadrilogia de As Brumas de Avalon, da Marion Zimmer Bradley. Gosto dos livros até hoje e comecei a relê-los no ano passado.

3 - Fale um pouquinho sobre o blog e o que mais gosta de abordar por lá.
Retipatia é a junção de 'Rê' com 'antipatia', que já diz um pouco sobre minha personalidade, e foi criado originalmente como o nome da minha conta do Instagram.
Quando pensei em criar um blog para compartilhar minhas impressões das coisas favoritas em minha vida, o nome se tornou muito óbvio, por ser algo que não existia em qualquer outro lugar. Sério, é só Googlar 'retipatia', ou você encontrará alguma de minhas redes sociais ou o Google perguntará se você quis dizer 'retinoplastia'...
O blog foi inaugurado em abril do ano passado, e, com o tempo, consegui definir melhor o que queria para o espaço. Hoje posso dizer que é uma mistura de blog literário, com resenhas das minhas leituras e um espaço para que eu divulgue textos autorais e, mesmo falando esporadicamente de algumas outras coisas, como alguns filmes, compartilhar meus textos e resenhas ainda são os assuntos favoritos.

4 - O que te levou a ter um blog e divulgar seus livros lá?

Bem, o Retipatia surgiu como um incentivo à escrita. E, pareceu necessário que eu escrevesse algumas de minhas histórias e compartilhasse no blog. Ainda assim, o protótipo de 'livro' que tenho escrito não foi compartilhado lá no blog. Quero publicá-lo como um livro mesmo e, publicar a história antes no blog, por enquanto, não é algo que pensei a respeito.
Mas, um dos projetos de escrita que tenho no blog é o 'Recontando Contos de Fadas', (sim, o prefixo 're' está em quase tudo lá no blog... rs E, no caso, funciona de duas maneiras), em que reescrevo de uma maneira que segue mais o nível 'young adult' os contos de fadas conhecidos.


5 - Fale um pouco sobre seus livros e se já tem algo em mente para os próximos.

Levando em conta os contos de fadas, eu já escrevi três, que estão no blog: Cinderella, Aurora e Scarlet - A Garota da Capa Escarlate.
Cinderella foi o ponto de partida, que surgiu com a ideia do Creative Writing Prompts, que dá ideia de reescrever o conto de fadas da princesa, a partir do ponto em que o sapatinho é experimentado nas irmãs, fazendo com que ele sirva em uma delas. Eu peguei essa parte da ideia, mas reescrevi toda a história.
E daí eu resolvi reescrever outros contos de fadas, Aurora veio logo em seguida, com uma nova versão da história da Bela Adormecida. Depois, com a sugestão de uma leitora, que desejava ver a vida de alguém que não fosse da realeza, foi sugerida a história da Chapeuzinho Vermelho. E, disso, nasceu Scarlet - A Garota da Capa Escarlate.
Claro que já estou trabalhando em um novo conto e, será a vez de Branca de Neve! Muita empolgação para essa história!


6 - Quais suas inspirações pra escrever?

Pode parecer clichê, mas praticamente tudo me inspira, é um momento, um sentimento, uma pessoa, uma música, algo que eu leio ou assisto.



7 - Redes sociais ;)

Adicionem ela nas redes sociais! As fotos dela são lindas e autorais! Aproveitando, ontem foi o dia do repórter e nem sabia disso. Essa postagem também faz parte da BC do grupo Interative-se! Entrem lá e se divirtam, o grupo é muito amorzinho hahaha Parabéns a todos os repórteres! E vocês, conheciam a Rê? Logo, logo trago resenha dos livros dela^^ Até a próxima o/


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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Projeto 30 Dias 6: Livro Preferido



Olá pessoas da internet, tudo bem com vocês? Mais um dia 15 e hoje vou falar pra vocês um pouco sobre um dos meus livros preferidos. Tenho dois livros que marcaram minha vida, Os Sete do André Vianco e O Mundo de Sofia do Jostein Gaarder. Achei mais interessante para este post falar sobre O Mundo de Sofia, já citei muito o Vianco aqui hahaha Não sei onde comprei, mas o tenho a muitos anos, foi pro volta de 2008 que li, e também li O Dia do Coringa do mesmo autor, mas este li da biblioteca da escola.

Tenho uma versão muito formal do Circulo do Livro, capa dura e sem imagem alguma. Tenho certeza que não chama a atenção do público alvo deste livro; Quero dizer, procurei e não achei se ele realmente tem um público alvo, mas a maneira como Jostein narra a estória, é muito para jovens. Sua personagem principal tem 15 anos!



Vi no Skoob que ele é um Romance de História da Filosofia. E é exatamente isso! Tem como um único livro misturar três coisas que mais adoro? Romance, ou seja, ficção, História e Filosofia!!! Já deu pra perceber que amo História e me interesso muito por Filosofia, sempre tento trazer esses temas pra cá. Sofia, aos 15 anos começa a receber cartas com perguntas estranhas: Quem é você? e De onde vem o mundo? A partir delas, Sofia começa a receber em casa, todos os dias pelo correio, um curso de história da filosofia de graça, só que por um estranho! Lembro de ficar pensando o quanto queria que isso acontecesse comigo, só que eu tinha uns 18 anos hahaha Conforme ela vai aprendendo sobre filosofia, ela vai crescendo como pessoa, amadurecendo e por consequência eu também. Sei que sou outra pessoa depois deste e preciso ler mais vezes!



Algumas passagens e lições, levo pra vida. Sempre fui meio quieta e questionadora, depois de "Sofia", comecei a me questionar!

Gosto muito da estampa desse pano, sempre uso ele como fundo dos livros e dessa vez minha homenageada estava por perto, a Tefnut, e aproveitei pra mostrar ela mais um pouquinho pra vocês e claro, por que gato da view... sou dessas kkkk Sou apaixonada por ela! Mas me digam se já tinham lido O Mundo de Sofia. Até a próxima o/

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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Esmalte ColorTrend Melancia



fonte
Olá pessoas, tudo bem com vocês? A resenha de esmalte dessa semana é o da LadyBug hahahah Sério, vai dizer que não seria o esmalte que ela usa? A cor, as bolinhas, tudo igual^^ Pra quem não conhece, a LadyBug é uma super heroína do desenho Miraculous. A Avon lançou a poucas semanas esse esmalte que já vem com bolinhas, me apaixonei de cara e quando passei a primeira camada pensei imediatamente nela hahaha Mas vamos ao que interessa. Essa linha de efeito pontilhado tem 5 cores e vou trazer 3 pra vocês, até agora comprei a Melancia e a Morango. Ele custa R$ 4,20, baratinho né?! Também vou trazer mixturinhas com eles, aguardem! hehehe

Ele é super fácil de aplicar e tem secagem rápida, nada além do esperado. Só tem que cuidar pras bolinhas não ficarem acumuladas, ai tem que ficar passando o pincel algumas vezes até ficar do jeito que tu quer. Precisei de 3 camadas pra ficar com bastante bolinhas. Ele tem uma consistência que me pareceu de cola sabe?! Já a durabilidade achei excelente, só me pareceu que a cor vai "indo embora". Da pra ver da foto. 








Agora o que me decepcionou: na hora de tirar o esmalte, as bolinhas ficaram sem cor, mas não saíam de jeito nenhum. Passei removedor duas vezes, então tive a ideia de mergulhar as unhas em creme, pensando que iria amolecer as bolinhas... que nada! Tive que tirar na unha mesmo, ia raspando uma unha na outra até que saiu uns 95%. Achei que tava bom e parei, o resto foi saindo com o tempo. Confere como ficou:



Essa é a resenha da semana. Achei ele tão lindo, mas infelizmente tive esse problemão! Até a próxima o/

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sábado, 11 de fevereiro de 2017

ABC Fotográfico: Letras G e H

Olá pessoas da internet, tudo bem com vocês? Semana passada tivemos um jantar com amigos aqui em casa e comemos muita pizza feita por uma delas. O Avon que compro com minha mãe chegou e não sei quando vou poder pegá-lo e isso me deixa nervosa... quero minhas compraaas <o> Me contem a semana de vocês!!! Vamos parar de enrolação, no post de hoje trago mais duas fotos do desafio ABC Fotográfico das letras G e H. As palavras escolhidas foram Gotícula e Herói. Vamos as fotos:

Gotícula



Esta tirei no mesmo dia da segunda foto do post ABC Fotográfico letras E e F. Escolhi essa palavra pra poder usar essa foto. Adoto fotografar água e as vezes é difícil conseguir um resultado legal. Gosto muito dela e me senti muito "fotógrafa profissional" com o resultado hahaha


Herói



Temos aqui um dos nossos toys. Dei esse guerreiro de Lego do World of Warcraft pro Alexandre a alguns anos. O WoW é um RPGMMO e todos os players são heróis! Nota como coloquei o machado em evidência? Enfatizando que ele é um guerreiro, lutador, herói!

Essas foram as fotos de hoje! Gostaram? Até a próxima o/


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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Série: Penny Dreadful

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Olá pessoas da internet, tudo bem com vocês? Eu como sempre atrasada nas séries e filmes, hoje trago um post falando um pouco desta série que ficou bem conhecida nas internet da vida e só assisti depois que a série terminou kkk Essa sou eu, prazer!

A série gira em torno da personagem da nossa querida atriz Eva Green , Miss Ives. Uma moça bem dark e perturbada que se mete em várias confusões com seus amiguinhos. Se passa na Londres de meados do anos 1800 e digo que ficou tudo muito bom. A produção foi muito boa! A estória se baseia nos contos góticos da época e na série eles são reais. Como "O Retrato de Dorian Gray", "Frankenstein", "Drácula", "O Médido e o Monstro" e também em lendas urbanas como a do "Jack, o estripador". Como se já não bastasse também temos algumas bruxas e lobisomens também. Não é tipo o filme "Anjos da Noite" tá kkk

Cada personagem tem uma história por trás da história principal, e é isso que me cativou tanto. Além é claro da parte gótica e dark/trevosa! Temos a perturbada Vanessa Ives, Sir Malcolm Morray com suas vivencias em explorações (sim, o século 19 foi a grande época das explorações, do começo da ciência), Ethan Chandler, um americano típico, mas que é o lobisomem kkkk, temos o próprio Dorian Gray (adorei isso!!!) e suas peculiaridades, Dr. Frankenstein e sua criação. E como personagens secundários, mas que pra mim são fundamentais pra estória, temos a Sembene, o mordomo do Sir Malcolm e Brona Croft, a noiva do monstro do tio Frank (siiiiiim!).








A série termina na terceira temporada e pra mim foi meio forçada a terminar.  Durante a segunda e terceira temporadas os capítulos iam se encaminhando pra algo maior, estávamos indo até o clímax da estória e em 2 capítulos tudo acaba. A última temporada foi focada no Ethan Chandler, contando um pouco sobre sua história e tava indo muito bem. Dava a entender (não sabia que a série já tinha acabado) que eles iriam explorar todos os personagens até chegar no clímax, ou vilão em comum.


Apesar dela ter sido cancelada, pra mim, poderia rolar um seriado com alguns personagens que me cativaram muito e que da pra notar que tem uma história incrível. O personagem menos explorado foi o Sembene e é o cara mais legal, ele é super quieto e sempre sabe o que fazer e na hora certa. Ele veio junto com o Sir Malcolm de uma das excursões a África e quero muito saber como isso aconteceu, quero saber sua história. Ele é mega enigmático. Do Dorian Gray quero saber o começo de tudo, a partir de quando ele descobriu o quadro, quais atrocidades ele fez pro quadro ficar daquele jeito. Dá muita estória isso!! No finalzinho da série, o Dr. Jekyll entra pra ajudar o tio Frank e rola umas tretas entre eles. A produção o fez ser um mestiço (acho que era indiano... não lembro), ou seja, sua dualidade já começa aí! Eles foram colegas de faculdade. Quero saber como foi a faculdade!!! Quero saber tudoooo!!! Já o pouco que contaram do Ethan ficou mal contado. Merecia algo melhor.

Como disse antes, a produção foi ótima. Os cenários e as roupas passam mesmo o período que queriam retratar. Muita criativida e realidade a cada cena. Os efeitos nas cenas foram mais escuros, deixando a cidade mais sombria e acinzentada, afinal a Revolução Industrial estava a todo favor e não deixaram de mostrar a feiura dessa época, o que pra mim é super importante!





As roupas também, perfeito! Não como umas séries brasileiras que quando o ator fica de costas da pra ver o ziper, sendo que não tinha ziper no Egito Antigo hauhauhauhau Nas roupitchas me identifiquei muito com a Miss Ives!









Com relação as interpretações, todos são ótimos atores, tanto que achei muito bem escolhidos para os papéis, mas a Eva Green arrebentou. Ela se sobressaiu m 300 2 e não deixou por menos no seriado. Ele foi dela do início ao fim. Ou melhor, do segundo episódio, ao fim. No piloto eles a deixam como coadjuvante e no decorrer da história ela toma conta. 







Velho, esse post deu trabalho! hahaha Mas acho que valeu a pena! Me contem, por favor, se vocês já tinham visto essa série e o que acharam. Até a próxima o/

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